Em uma certa noite fui à uma festa, mas não era qualquer festa, era um evento, tudo na mais perfeita elegância. As mulheres eram distintas, usavam vestidos longos, cabelos bem feitos, todas com muitas jóias em seus corpos, todas lindas, tão perfeitamente lindas que não se conseguia desejar além da alma.
Todas acompanhavam seus maridos, todas muito serenas, algumas ficavam quietas ao lado de seus maridos, sussurrando aos seus ouvidos palpites sobre o assunto. Outras conversavam entre si sobre estética, casa, marido e filhos.
Todas acompanhavam seus maridos, todas muito serenas, algumas ficavam quietas ao lado de seus maridos, sussurrando aos seus ouvidos palpites sobre o assunto. Outras conversavam entre si sobre estética, casa, marido e filhos.
Até que em meio aquela uniformidade elegante, uma mulher, ou melhor, um estorvo em corpo angelical, chegou à festa, ela era tão linda, mas tão linda que quase ninguém percebeu que não viera acompanhada, usava um vestido que parecia ter sido cosido pelas mãos de Afrodite, caía -lhe perfeitamente em suas curvas, seus cabelos eram pretos, lisos e naturais, sua maquilagem era leve e arrealsava seus olhos verdes, sua boca era insinuante, instigante, nos levava ao desejo, ao pecado da carne.
Sentou -se em uma mesa, só, nem mesmo as outras moças, nem os homens, que procuravam não se comprometer, nem os donos da festa foram recebê-la. Depois de um grande tempo só, seus olhos verde esmeralda fumegaram, seus lábios se contorciam como se um quisesse destruir o outro, um instante depois pareciam ter entrado em um acordo, agora estavam parados, um paralelo ao outro, foi quando suas pernas ergueram - na e seus lábios agora decidiram se afastar para que um berro saísse: "O que é isso? Eu sou um alienígena? Nem mesmo o dono dessa jossa veio me cumprimentar! Tá achando o quê?! Que eu acho essa chatice legal?! Que eu amo esse casal que faz trinta anos de casados? Oh!Minha nossa eles são casados a TRINTA anos! Pena que ela não dá conta do marido!", derrubou a mesa e saiu como se tentasse fazer buracos no chão com seus saltos.Os tradicionais se foram junto à moça, os mortos de fome, ficaram para comer e o casal correu para cozinha.
estreiando os comentáários...
ResponderExcluirmuuuito bom Samuka!!!gostei*-*