Já era madrugada quando andava pelo calçadão de Juiz de Fora, voltava de uma festa em uma boate ali por perto, o calçadão estava deserto, não passava uma só alma viva, de repente ouvi um passo leve atrás de mim, virei - me para trás e não havia ninguém, continuei a andar e os passos continuaram a me seguir. Resolvi por fim andar mais rápido e os passos consequentemente aumentaram também, olhei para trás novamente e ninguém estava atrás de mim.
Então decidi que aquilo era coisa da minha cabeça e que ninguém estava me seguindo, de repente quando voltei meu olhar para frente, um homem mal encarado estava ali me encarando, então ele abriu seu sobre-tudo e tirou uma arma e apontou para mim.
Fiquei atônito, perdi completamente a minha consciência, ele resmungava algumas palavras que eu não entendia, parecia que falava outra língua, foi quando resolvi correr e de repente caí.
Acordei do lado de minha cama todo suado. Passei meu dia normalmente, foi quando meu telefone tocou, era Marcia, um caso meu antigo, então me convidou para ir a uma festa, resolvi que sim.
Quando saí da festa o calçadão estava deserto, não passava uma só alma viva, de repente ouvi um passo leve atrás de mim, virei - me para trás e não havia ninguém, continuei a andar e os passos continuaram a me seguir. Resolvi por fim andar mais rápido e os passos consequentemente aumentaram também, olhei para trás novamente e ninguém estava atrás de mim.
Então decidi que aquilo era coisa da minha cabeça, relacionada ao meu sonho e que ninguém estava me seguindo, de repente quando voltei meu olhar para frente, um homem mal encarado estava ali me encarando, então ele começou a retirar seu sobre-tudo e seu chapéu, então senti um dejavu e foi quando percebi que minha hora se aproximava, quando ele se revelou para mim era apenas um homem que não era da cidade e que estava na festa, pediu - me uma informação e se foi.
Então decidi que aquilo era coisa da minha cabeça e que ninguém estava me seguindo, de repente quando voltei meu olhar para frente, um homem mal encarado estava ali me encarando, então ele abriu seu sobre-tudo e tirou uma arma e apontou para mim.
Fiquei atônito, perdi completamente a minha consciência, ele resmungava algumas palavras que eu não entendia, parecia que falava outra língua, foi quando resolvi correr e de repente caí.
Acordei do lado de minha cama todo suado. Passei meu dia normalmente, foi quando meu telefone tocou, era Marcia, um caso meu antigo, então me convidou para ir a uma festa, resolvi que sim.
Quando saí da festa o calçadão estava deserto, não passava uma só alma viva, de repente ouvi um passo leve atrás de mim, virei - me para trás e não havia ninguém, continuei a andar e os passos continuaram a me seguir. Resolvi por fim andar mais rápido e os passos consequentemente aumentaram também, olhei para trás novamente e ninguém estava atrás de mim.
Então decidi que aquilo era coisa da minha cabeça, relacionada ao meu sonho e que ninguém estava me seguindo, de repente quando voltei meu olhar para frente, um homem mal encarado estava ali me encarando, então ele começou a retirar seu sobre-tudo e seu chapéu, então senti um dejavu e foi quando percebi que minha hora se aproximava, quando ele se revelou para mim era apenas um homem que não era da cidade e que estava na festa, pediu - me uma informação e se foi.
Deu um medinho alí no final... HEHEHE, adoreeei seu texto Samuka! Vou sempre me lembrar dele quando passar pelo Calçadão! HAHAHA... Beeeijo, Andressa Neto.
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